terça-feira, 10 de maio de 2016

ESTUDO DIÁRIO

A importância do estudo diário
  O hábito do estudo diário é muito importante para o estudante, pois os conteúdos trabalhados em sala de aula precisam ser retomados em casa e a lição feita com dedicação, é essencial para que a aprendizagem de fato aconteça.

  Para fazer a lição de casa, o aluno precisa estipular uma rotina, ter um local agradável, tranquilo e escolher sempre horário fixo para sua realização.
 
 Você tem o hábito de praticar o estudo diário? Qual é a sua rotina?

terça-feira, 20 de outubro de 2015

O PRESIDENTE QUE NÃO DESISTIU

“O senso do dever de continuar está presente em todos nós. A obrigação de lutar é obrigação de todos nós. Eu senti o apelo desta obrigação.”
Abraham Lincoln
Provavelmente o maior exemplo de persistência é o de Abraham Lincoln. Se você quiser aprender sobre alguém que não desistiu, não procure mais.
Nascido na miséria, Lincoln defrontou-se com a derrota, ao longo de toda a sua vida. Perdeu oito eleições, fracassou duas vezes nos negócios e teve um colapso nervoso.
Poderia ter desistido muitas vezes, mas não desistiu e, por não ter desistido, tornou-se um dos maiores presidentes na história dos Estados Unidos.
Lincoln era um vencedor e jamais se entregou. Aqui está um resumo do caminho percorrido por ele até à Casa Branca:
 
1816— Sua família foi forçada a sair de sua casa. Ele teve que trabalhar para sustentá-la.
1818— Sua mãe morreu.
1831— Fracassou nos negócios.
1832— Concorreu a deputado estadual e perdeu. Perdeu também o emprego. Quis entrar na escola de Direito, mas não conseguiu ser admitido.
1833— Tomou dinheiro emprestado a um amigo para começar um negócio e, um ano depois, estava falido. Passou os dezessete anos seguintes de sua vida pagando essa dívida.
1834— Candidatou-se novamente a deputado estadual e ganhou.
1835— Estava noivo, sua noiva morreu e ele ficou desolado.
1836— Teve um colapso nervoso e ficou de cama durante seis meses.
1838— Indicado para porta-voz da Câmara Estadual: foi derrotado.
1840— Indicado para o Colégio Eleitoral: foi derrotado.
1843— Candidato ao Congresso: perdeu.
1846— Candidato ao Congresso novamente: desta vez ganhou. Foi a Washington e fez um bom trabalho.
1848— Candidato à reeleição para o Congresso: derrotado.
1849— Indicado para o Cartório de Registro de Imóveis em seu Estado: rejeitado.
1854— Candidato ao Senado dos Estados Unidos: perdeu.
1856— Solicita a indicação para Vice-Presidente na convenção nacional do seu partido: obteve menos de cem votos.
1858— Candidato ao Senado dos Estados Unidos, novamente: perdeu.
1860— Eleito presidente dos Estados Unidos.
 
“O caminho foi difícil e escorregadio. Um de meus pés escorregou, empurrando o outro para fora da estrada, mas eu me levantei e disse a mim mesmo: ‘É apenas um deslize e não uma queda.”
Abraham Lincoln disse isto, depois de perder uma candidatura ao Senado.
As vezes registramos em nossas percepções, apenas o sucesso de um pessoa. Os bastidores da vida de uma pessoa só são conhecidas por ela mesma. Ao ler a história de Abraham Lincoln nos sentimos encorajados a perseverar. Sua história nos faz pensar: “Tenho vencido os fracassos percebendo que são deslizes e não quedas?” “O que tem me feito desistir?” “Esses motivos são realmente fortes o suficiente para me fazer desistir?”

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Dia das Crianças

  Quando ouvimos falar em Dia das Crianças, a imagem que nos vem a cabeça é sempre uma: presentes. Isso, é claro, não poderia deixar de ser, pois quem não gosta de presentes? No entanto, a celebração do dia das crianças não tem o intuito de apenas presentear as nossas crianças. Na verdade, o Dia da Criança é bastante significativo para o que realmente a criança representa.
 
  Oficialmente, uma das primeiras convenções sobre uma data comemorativa internacional em homenagem à criança aconteceu em 1925, durante a Conferência Mundial pelo bem-estar da criança, realizada em Genebra, Suíça. Nessa ocasião, o dia 1º de junho ficou marcado como o Dia Internacional da criança. No ano anterior, 1924, a então chamada “Liga das Nações” fundou a “Declaração dos Direitos da Criança” para fundamentar os cuidados especiais que deveriam ser tomados em relação a todas as crianças diante da fragilidade do ser humano em sua infância. Dessa medida surgiram atos legais que proibiram o trabalho infantil e a violência contra a criança.
 
  (...) Em 1959, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou a “Declaração dos Direitos da Criança”, com algumas modificações, e cada país passou a estabelecer uma data comemorativa para celebrar os direitos da criança.
 
 No Brasil, (...) essa data passaria despercebida até a década de 1950, quando houve uma campanha de marketing da empresa de brinquedos Estrela. A fabricante de brinquedos usou a data para promover sua linha de bonecas de nome “Bebê Robusto”. Anos depois, a data foi mais uma vez reforçada pela campanha publicitária da empresa de produtos de higiene infantil Johnson & Johnson. A empresa lançou a campanha “Bebê Johnson”, que teve sua primeira edição em 1965 e acabou se tornando o concurso de beleza infantil mais conhecido no país.


Por Lucas Oliveira
Graduado em Sociologia
 

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Vício no uso da Internet

 Você passa muito tempo do seu dia conectado à Internet? Já deixou de almoçar ou jantar com a família para não ter que "sair" da Internet? Fica ansioso para ver se chegou alguma mensagem nova em sua Caixa Postal? 
 Gostar de usar a Internet todos os dias é natural e faz parte da rotina da grande maioria dos jovens, porém, é preciso ficar atento se isso não está se transformando em um vício.
 Uma pessoa viciada no usa da Internet acaba prejudicando outras áreas de sua vida: o desempenho escolar ou profissional diminui (a pessoa não se dedica mais aos estudos ou ao seu trabalho), a qualidade e o tempo de sono diminuem (a pessoa deixa de dormir para ficar conectada à Internet) e as relações com a família e com os amigos pioram (o contato com essas pessoas não são mais fonte de alegria e prazer para o viciado). Na verdade, muitos problemas podem ocorrer em função de um vício: falta de concentração, ansiedade, problemas alimentares, mau humor, pensamentos obsessivos, agressividade exagerada e angústia.
 É importante perceber que para identificar se uma pessoa está ou não viciada no uso da Internet, não se pode levar em conta apenas o tempo diário que esta pessoa usa a Internet. É preciso verificar também se esta pessoa está tendo problemas em sua vida particular por causa deste uso.
Em outras palavras, se uma pessoa fica conectada à Internet tardes inteiras e mesmo assim ela mantém uma ótima relação com seus familiares, dorme bem e está com bom rendimento na escola, ela não é viciada!

(Livro: De bem com a Internet. Autora: Solange Barros)

quarta-feira, 17 de junho de 2015

O trabalho infantil


“Criança não trabalha, criança dá trabalho”, assim diz a letra de uma música do Grupo Palavra Cantada. Mas, infelizmente, o trabalho infantil no Brasil ainda existe. Diminuiu, é verdade, mas pelos resultados do Censo 2010, são 3,4 milhões de crianças e adolescentes de 10 a 17 anos trabalhando, quando deveriam estar somente estudando ou brincando.
Criança trabalhando é contra a lei; atrapalha os estudos e, principalmente, a impede de ser criança pois, ao invés de brincar, está exercendo atividades de adultos.
Pelas leis brasileiras, os adolescentes de 14 ou 15 anos só podem trabalhar como aprendizes, e os de 16 e 17 anos só podem fazer atividades de trabalho que não sejam prejudiciais à sua saúde e segurança.
No entanto, o trabalho infantil no Brasil ainda é um grande problema social. Milhares de crianças ainda deixam de ir à escola e ter seus direitos preservados, e trabalham desde a mais tenra idade na lavoura, campo, fábrica ou casas de família, em regime de exploração, quase de escravidão, já que muitos deles não chegam a receber remuneração alguma. Hoje em dia, em torno de 4,8 milhões de crianças de adolescentes entre 5 e 17 anos estão trabalhando no Brasil, segundo PNAD 2007. Desse total, 1,2 milhão estão na faixa entre 5 e 13 anos.
Ao abandonarem a escola, ou terem que dividir o tempo entre a escola e o trabalho, o rendimento escolar dessas crianças é muito ruim, e serão sérias candidatas ao abandono escolar e consequentemente ao despreparo para o mercado de trabalho, tendo que aceitar sub-empregos e assim continuarem alimentando o ciclo de pobreza no Brasil.

 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Cyberbullying

No dia 19 de maio de 2015, tivemos a oportunidade de conversar com a Solange Barros, educadora da área educacional tecnológica, onde explicou em detalhes a importância da segurança online, mídias sociais e a questão do bullying e cyberbullying. Assim, formando uma consciência de uso ético e construtivo da Internet, onde a possibilidade de ocorrência de riscos seja minimizada.

"O cyberbullying, é quando a agressão se passa pelos meios de comunicação virtual, como nas redes sociais, telefones e nas demais mídias virtuais.

Muito embora o cyberbullying não consista em agressões físicas, e por isso é comumente visto como menos danoso, tem consequências tão ou mais graves quanto as do bullying físico. O abuso sofrido pela vítima do bullying virtual é, em sua maioria, de cunho psicológico, no entanto ela pode chegar a se tornar física em casos extremos. Ameaças, agressão física e publicação de informações pessoais de vítimas são alguns dos meios mais violentos de cyberbullying, já que coloca a vítima em situação de risco e constante apreensão diante da possibilidade de um atentado contra sua vida.

Os ataques sofridos por uma vítima de cyberbullying são geralmente direcionados a características e são feitas em meio público, denegrindo a imagem pública e afetando sua autoestima. O abuso é constante e pode tomar grandes proporções, já que a dinâmica do mundo online é enorme e, na maioria das vezes, impossível de se controlar. O cyberbullying é ainda permanente, uma vez que ao serem jogadas na rede online as informações lá permanecerão por tempo indeterminado. "
(Por Lucas Oliveira, Brasil Escola)





sábado, 9 de maio de 2015

Você sabia que...

Muitos jovens e a maioria dos adolescentes não dormem o suficiente, e isso pode ter consequências graves, prejudicando o desempenho escolar e até aumentando o risco de depressão e outros distúrbios do humor.

Embora seja verdade que o sono varie de uma pessoa para outra, há algumas orientações científicas bastante razoáveis para ajudar a determinar se as crianças estão dormindo o quanto precisam para ter seu melhor desempenho na escola, nas brincadeiras e para se darem bem com os amigos e em outras relações pessoais.

Nos últimos anos, a TV recebeu toda a culpa por reduzir o tempo de sono dos jovens. Agora, os aparelhos modernos que foram feitos para melhorar a comunicação e nos poupar tempo criaram dias quase intermináveis. Não há mais uma hora “sagrada” depois da qual uma criança não pode entrar em contato com alguém, procurar informação ou comprar pela internet.

De acordo com a National Sleep Foundation, os recém-nascidos deveriam dormir de 12 a 18 horas a cada 24 horas (todos os pais de recém-nascidos esperam por isso), com uma redução gradual para 12 a 14 horas para crianças de 1 a 3 anos; 11 a 13 horas para os pré-escolares de 3 a 5; e (sim!) 10 a 11 horas para crianças de 5 a 10 anos.

Vários estudos do sono mostraram que o adolescente típico não cai no sono com facilidade antes das 23h ou mais tarde. Mas muitos precisam levantar às 6h da manhã ou mais cedo para chegar na aula que começa às 7h30 ou 8h. Não são poucos os que dormem durante a primeira aula, e com frequência também na próxima. Mesmo que estejam acordados, não estão em condições de aprender muita coisa.

A falta de sono resulta em “três golpes contra o aprendizado”, disse Carskadon numa entrevista.

“Os alunos não estão despertos o suficiente para lidar com a informação que deveriam estar aprendendo, sua aquisição de conhecimento é prejudicada e sua capacidade de lembrar das informações está reduzida”, disse ela. “O que é aprendido durante o dia é consolidado durante o sono.”

Depois de cinco noites de pouco sono, muitos adolescentes tentam recompensar nos finais de semana, dormindo até às 11h ou meio-dia, senão até mais tarde. Mas, diz Carskadon, essa solução pode sair pela culatra porque distorce ainda mais seus relógios biológicos e pode fazer com que seja ainda mais difícil para eles levantarem no horário durante a semana.

Outras consequências da falta de sono nos jovens incluem “a erosão da felicidade – um risco maior de depressão e outros distúrbios do humor” naqueles que têm uma vulnerabilidade latente.

(Tradução: Eloise De Vylder)

De acordo com o texto, quais atitudes você pode ter para respeitar esse tempo de sono de que tanto precisa?